HOMER X BUSH:
"É melhor um imbecil pacífico que um imbecil belicoso!"
"Better a pacific imbecile than a bellicose imbecile!"
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Ouvi há pouco a seguinte e, acho, ótima piada sobre quebra-cabeça. Se já conhecia, paciência com o quebra-cabeça.
Namorados ao telefone.
Ela - Meu benhiêêê, lembra que falei para você que tinha vontade de montar um quebra-cabeça?
Ele - Lembro. E aí? Ela - Aí que encontrei um que não consigo nem começar a armar, de jeito nenhum...
Ele - Falei pra você: começa achando peças com um lado reto ou que fazem ângulo reto. São as margens e os cantos do quebra-cabeça. Vai juntando essas e as outras peças, armando para o centro...é mais ou menos assim. Ela - MAS NÃO TEM NENHUMA RETA!
Ele - Não tem nehuma reta??!!! Preste atenção. Você vai ter que montar o quebra- cabeça seguindo a mesma figura que tem na caixa. Qual a figura que está na caixa? Ela - Um tigre...
Ele - (Pausa e suspiro). Meu bem, desista. E guarde esses corn-flakes na caixa...
A piada lembra episódios de convenções eleitorais e "escolha" de ungidos para a disputa eleitoral desse ano.
Tem gente pensando que está tentando armar um enorme quebra-cabeça.
Laihduta jah pudota painoaou as misteriosas mensagens dos pop-up.
Não sei traduzir o título deste post.
É título dum pop-up que pop-upou quando abri um site de web design.
Ao lado de Laihduta jah pudota painoa tem uma loura boazuda segurando uma fita métrica em volta da cintura. Acho que a frase quer dizer:
- Sou uma loura que precisa comprar um sapato então estou medindo minha cintura. ou
- Acho que se comer esta fita métrica posso emagrecer.
Bem. Traduzam ou comentem à vontade.
Louras e morenas agradecerão.
Luciano do Vale precisa reciclagem.
Galvão Bueno precisa de um ansiolítico.
Manhã de sabadão, passo os olhos numa discussão no Comunique-se sobre a necessidade de reciclagem profissional do Luciano do Vale. Segundo alguns, o tarimbado locutor desconheceria nomes de novos jogadores, etc.
E segue a discussão mostrando a importância do preparo dos jornalistas para uma entrevista, narração esportiva, tudo. Locais, nomes, fatos, histórias, referências, o que for pertinente ao que precisar ser trabalhado.
Bem. Coloquei na discussão um comentário que transcrevo a seguir.
" Meeeeus amiigos, como dizia o João Saldanha e, ainda dele, num jogo treino da seleção lá por 1972.
- Esse jogo está parecendo namoro do macaco com a girafa. O macaco corre lá em cima, dá um beijinho, corre pra baixo, fuc!.
Aqui está assim também com o Luciano.
O bom que Luciano traz de volta - sim, reciclar-se é importante e ele está precisando - é uma alternativa a mais nas locuções esportivas da TV brasileira.
Com toda sua desatualização, prefiro uma narração esportiva do Luciano a qualquer uma do inacreditável ansioso passional Galvão Bueno, o adorador do Xumi. Sim, o respeitável Luciano do Vale precisa de um reciclo.
Mas, que fazer com uma anta de tênis como o Galvão Bueno, tããããooo atualizado?
Pérola do up-dated Galvão, bofes para fora, na transmissão do GP de Mônaco:
- Não dá pra enxergar a reta porque a reta é curva.(!)
Então, meeeus amiiiigos, calma com o Luciano, ainda que não perfeito."
12:01 PM
Guarda Municipal, armada.
A bandidagem ahh, guarda...
Próxima semana, a Prefeitura de Vitória irá colocar na ruas da capital a Guarda Municipal, ainda em treinamento.
Em agosto os integrantes da Guarda passarão a atuar equipados com algemas, coletes à prova de balas e armados.
Armas? Mais armas nas ruas? Segurança? Segundo o coordenador da Guarda, o experiente e respeitado coronel Luiz Sérgio Aurich "nem todos usarão armas, só aqueles que trabalharem em locais desertos ou em período noturno", segundo declarou em matéria de hoje em A Gazeta, mais antigo jornal do Espírto Santo.
O coronel que me desculpe mas aí é que está o nó.
Com um treinamento em torno de seis meses, um ou dois jovens desses guardas "em locais desertos ou em periodo noturno" poderão mesmo é passar de agentes de segurança a frágeis e involuntários fornecedores de mais armas, novinhas em folha, para a bandidagem.
Gente, o pessoal pega granada em quartel do Exército.
Consegui com uma jovem, belíssima, inteligente e bondosa amiga o convite que permitiu a mim ter uma conta no Gmail.
Você já deve saber, mas é bom repetir. É o serviço de mail, gratuito, do Google.
Detalhe: 1 giga de caixa postal.
Algo como você passar a dispor do espaço de uma kombi em lugar de uma caixa de sapatos para armazenar sua babel digital.
Você poderá ficar até, pode ser, mais de um ano sem se preocupar com o "estouro" do limite da sua conta de mail.
A sua é de 4 meguinha? Quá, quá, quá, quá, quá ! 8>)
Mas a coisa não é tão lisa assim. Está causando muita discussão detalhes como, ao aderir ao Gmail, você permitir que todas suas mensagens sejam monitoradas pelo Google.
Pensei com meus botões: e quem me garante que já não estou monitorado não sei nem por quem?
Então...
O Gmail está na fase beta mas a caça a um convite tem levado alguns a venderem os que conseguem até a 50 dólares enquanto outros, acredite, trocam o Gral eletrônico por uma boa e original receita de molho de tomate. Ou passam adiante a troco de nada.
Um dos caminhos para obter um convite pro Gmail é entrar numa lista solidária, como já existe, em português, no Orkut. Quem consegue passa para outros, sem frescura, sem cobrar nada e o mundo giga a Lusitana roda.
Transcrevo a parte final da mensagem que recebi do pessoal do Gmail logo conclui minha inscrição.
"You're one of the very first people to use Gmail. Your input will help determine how it evolves, so we encourage you to send your feedback, suggestions and questions to us. But mostly, we hope you'll enjoy experimenting with Google's approach to email."
Três carretas estão conduzindo maconha, cocaína, crack, haxixe, ecstasy, LSD e lança-perfume (!) de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, para Volta Redonda, no Rio de Janeiro, onde a overcarga deverá chegar daqui a uns dois dias.
Bem. Se boa parte, ou toda, da drogaiada não evaporar no caminho - isso acontece, gente - a população de Volta Redonda e adjacências poderá curtir, lá pela quarta-feira, um hiperbaratão ao respirar o que resultar da queima das 74 toneladas do hipercoquetel de drogas nos fornos da siderúrgica.
Depois não estranhem um certo arzão "sóóóóóó´" do pessoal de Volta Redonda.
E nem se queixem do aço turbinado demaaaais que poderá sair da CSN.
Certa vez ouvi de competente cronista esportivo do Espírito Santo que o que mais prejudica o futebol capixaba é a atenta, apaixonada e dedicada cobertura da imprensa local para esse esporte.
Só que para os times do Rio de Janeiro.
É de uma total falta de sutileza a torcida da imprensona capixaba para os times cariocas, em especial pelo Flamengo.
A respeito, pérola de hoje, destaque na "primeira página" do site de A Gazeta, mais antigo jornal do Espírito Santo.
- Que venha o Santo André na final!
Com exclamação, sim.
Integrantes do Esporte do jornal parecem ser cariocas, torcedores de carteirinha do Flamengo e de um passionalismo próprio da turma que "assa uma carninha" nos fins de semana para assistir os jogos do mengão.
Já o jornalismo minimamente elegante - nem falei isento - é bola fora.
11:55 AM
Toda a equipe do Livre Bloggar, acometida desde domingo, 13, por um "processo viral benigno" precisou discutir muuuito com seguidores de Hipócrates sobre utilizar Dipirona ou Paracetamol para atenuar as baitas dores de cabeça ou febre que volta e meia atinge o pessoal.
Pessoal em número muito compacto, composto apenas por mim mesmo.
Há tempos atrás ( 22.2.03 - Vide bula 1 - nos ARQUIVOS ao lado) escrevi aqui sobre a importância - pode ser vital - de conhecer com um experiente e confiável farmacêutico para casos, por exemplo, como o que atingiu a intrépida troupe do Livre Bloggar.
Farmacêutico mesmo. Formado ou não, mas com 20, 30 anos de experiência e relacionamento diário com a comunidade.
Jovens profissionais de medicina, "formados" através de um sistema muitas vezes mal equipado e até aviltado, são despejados no mercado e logo pressionados pelas circunstânciasda sobrevivênica. Trabalham doze, quinze horás diárias mas, coitados, alguns não chegaram ainda a uma conclusão: Dipirona ou Paracetamol quando e para que.
E foram precisos quatro num caso semlhante ao meu para identificar, enfim, a tal "virose benigna".
Está lembrado daquele senhor ou senhora que há uns 20 anos está atrás de um balcão de farmácia?
É chato, mas é verdade: ele sabe, mais que muitos médicos de hoje, se o mais indicado, quando e como, é Dipirona ou Paracetamol.
6:43 PM
Aqui tem link para a coluna que causou a
demissão deAlberto Dines pelo Jornal do Brasil.
Nesta sexta-feira, 11, Alberto Dines, um dos maiores expoentes do jornalismo brasileiro em todos os tempos foi demitido - através de e-mail - pelo Jornal do Brasil.
O motivo foi coluna que o jornalista publicou na última terça, 8, no Observatório da Imprensa e na qual criticou a pífia cobertura do jornal no caso das mortes da Casa de Custódia em Benfica.
Mais uma vez o veterano jornalista assumiu com coragem uma postura profissional da maior idoneidade, ética profissional e independência de opinião.
Alberto Dines é merecedor do respeito e solidariedade de todo cidadão que cuida de manter sua capacidade de indignar-se diante da mediocridade da imprensa-banana que hoje se faz Brasil - e mundo afora - em escala colossal.
O Museu Outagamie está causando grande indignação na classe dos ilusionistas.
O sacaneta do museu norte-americano está revelando, numa das suas salas, um dos mais famosos truques de Houdini, a Metamorforse: ele, depois de trancado numa caixa, aparecia em outro lugar enquanto da mesma caixa saia outra pessoa.
Houdini foi um dos melhores ilusionistas de todos os tempos. Nascido Ehrich Weiss, na Hungria, faleceu nos states, em 1926, vítima de peritonite.
"Escapadas impossíveis" eram a especialidade de Houdini que nunca enganou ninguém, pois sempre alertava que o que fazia eram truques exaustivamente ensaiados.
Houdino Gracio
Bem. Quando tinha uns doze anos, resolvi ser mágico e fiz um curso disso. D. Elza, minha inacreditável mãe, pagava as mensalidades.
O curso era por correspondência. Naquele tempo tinha um serviço chamado Correios pelo qual a gente recebia em casa papéis dentro de um pacotinho chamado envelope.
As lições eram administradas pela Escola Popular de Artes, de Ponta Grossa, Paraná e eu ia até que promissoramente nas artes mágicas. Para a cumplíce família e vizinhos incrédulos perpetrava truques com baralhos e caixas com fundos falsos, essas coisas.
Um dia comentei entusiasmado:
- Daqui a uns meses vou aprender o truque de ficar deitado no chão e deixar um caminhão passar por cima de mim sem me acontecer nada.
D. Elza, drástica, interrompeu o pagamento do curso e tive que começar a sonhar com outras coisas para fazer na vida, além de mágicas.
Só consegui isso em parte, pois é certo que continuo fazendo mágicas.
Como, por exemplo, chegar aos 53 anos sem emprego, sem aposentadoria, sem poupança e ainda escrever um blog : >)
E, es-pan-to-so, - rufem os tambores - a Varig ainda me telefona oferecendo cartão de crédito !
É uma empresa realmente aérea.
6:59 PM
Há poucos dias foi, enfim, homologado o resultado da Concorrência 001/2003 que selecionou cinco agências para atender a conta publicitária do governo do Espírito Santo.
Nenhuma das selecionadas teve antes o governo estadual capixaba como cliente e duas - Ampla e Contemporênea - são "estrangeiras", de Pernambuco e Rio de Janeiro.
Protestos, choros, muxoxos e jus esperneandi à parte, muitos profissionais estão vendo com bons olhos essas novidades.
É que há muitos anos apenas um pequeno círculo de agências dominava as contas governamentais e espera-se que o resultado da concorrência leve à renovação de métodos, linguagem e maior valorização dos publicitários que batalham no Espírito Santo, profissionais que nem contam com um sindicato da categoria.
Sindicatos, com todos os defeitos, são muito necessários em alguns momentos. Como diz Millôr:
- Deus protege os fracos e desamparados, mas um bom sindicato ajuda.
Refúgio na selva.
O mais antigo jornal capixaba, A Gazeta, não tem espaço dedicado à propaganda.
Aliás, tem. É um anúncio, às segundas, pago pelo Sindicato das Agências. Naturalmente sempre a mirar o próprio umbigo.
Já no concorrente - páreo duro - de A Gazeta, o jornal A Tribuna, há cerca de 8 anos a elegante e competente Nilda Miranda responde pela coluna Propaganda.
Formada em Comunicação em 1986 e passagem em várias agências, inclusive dela mesma, Nilda registra com neutralidade os acontecimentos da propaganda e publicidade capixaba.
Assediada por agências e profissionais - como o degas aqui :>) - em busca da divulgação dos seus feitos, Nilda desdobra-se para atender a todos com educação, gentileza e boa vontade raras na pequena mas emaranhada e implacável selva do mercado publicitário do Espírito Santo.
A coluna Propaganda é publicada em A Tribuna às quartas-feiras.
O Big Bang, o começo do universo, terá sido silencioso e a sua expansão, sim, sonora.
O astrônomo Mark Whittle, da Universidade de Virginia, compactou em cinco segundos o que ele diz ter sido sido o barulho do primeiro milhão de anos do universo após seu, digamos, Big Silêncio, o instante do começo de tudo.
Depois desses barulhos iniciais foi que chegamos aos da matraqueada da senadora Heloísa Helena; das contas do Maluf; do pedido de Bush para tropas de Bangladesh servirem de busha de canhão no Iraque; da descoberta do fogo; do fogo nos colchões e dos gritos das mortes nos presídios do Rio; da Eguinha Pocotó; do Raul Gil; da Xuxa; do hip-hop; do programa do Ratinho; do Faustão; dos discursos do Brizola; da musica country; de Tróia; do Dia D; da hora H.
Bem, se você quiser ouvir o som inicial dessa joça toda, peguei link no Estadão e está aqui. 6:16 PM
A informação, deste fim de semana, é da agência noticiosa Reuters.
O PTO - Patente and TradeMark Office (Escritório de Marcas e Patentes) dos Estados Unidos, "dando uma geral" desatenta nas pilhas de pedidos que chegam à organização, concedeu patente ao seguinte:
"Um botão de lançamento de aplicações baseado em tempo para PC's portáteis".
Trocado em miúdos, é um mouse que faça duplo cliques. Ou seja, por extensão, todos, qualquer um.
Veio a gritaria, o PTO reconheceu o erro e declarou que a patente pode ser objeto de revisão.
Pode ser. O que significa: ou não.
O Bill Gates ainda patenteia o gesto de ligar um PC.
9:49 PM
O dinheiro do BNDES
para meu império de comunicação.
O BNDES pretende liberar R$ 2 bilhões para socorrer empresas de comunicação.
Dessa granaiada, parte deverá ir para a Rede Globo, com R$ 6 bilhões de dívidas. Isso mesmo. 6 bilhões.
Bem. Como meus planos são - ainda - modestos, vou falar com Carlos Lessa, um sujeito até que simpático e presidente do valoroso banco de fomento, para ver se consigo, digamos, uns 5 mil reais para montar um jornal na web.
Prometo não me endividar e não pedir, depois, ao BNDES, dinheiro público para quitar papagaios monstruosos.
Assim evitarei constrangimentos para o banco e para o governo Lula.
Pôxa, até ao Orkut estou recorrendo e até agora ninguém me ofereceu grana alguma para o projeto.
Só dão idéias, idéias, idéias. Quero grana, gente. Bufunfa. Plata. Money. Casca. Pilas. Bagarotes.
E juro que será um império de liberdade de expressão o webjornal que eu montar com a grana do BNDES.
12:11 PM
Trabalhar de graça para deleite de vocês, basta neste blog, amizades.
Há mais de ano toco projeto de colocar na web um site de formato jornalístico. O domínio, ótimo, já está registrado.
Nesse site, crítico, irônico, opinativo, até escrachado, mas consequente, poderão estar jornalistas e não-jornalistas.
Além dos naturais colaboradores espontâneos, o projeto, além de prazeroso, tem fim lucrativo e deverá remunerar a mim e ao pessoal que vai tocar o espaço.
Aí é que está UM nó. Outro é que eu mesmo consiga editar o site diariamente, tipo jogo rapidíssimo, sem auxílio de um-moço-que-entende-de-computador.
E é preciso montar uma estrutura operacional, fluxo e rotina de trabalho, etc, etc, etc.
Escrevi aqui outro dia que iria entrar no Orkut para ver como e se funcionaria para ajudar nessa história do webjornal.
Funciona. Começam a chegar adeptos para o projeto, que, parece, poderá ser viabilizado. Mais dia, menos dia.
E rio com meus velcros ao lembrar das frases muito sarcásticas e cruas:
- Por mais que digam que não é bem assim, a opinião pertence ao dono do jornal. Com a internet, o dono do jornal pode ser você.
'Tá, bem, 'tá bem. Calma. Penso em dividir minha opinião com quem estiver comigo na aventura, os outros "donos".